Bom dia a todos e todas que estão aqui foi um prazer rever tantos amigos e amigas que colaboraram com a minha vida pública com essa trajetória que começa na gestão e dizer que eu tenho lembrança da educação em todos os cargos que ocupei eu queria contar pra vocês algumas coisas porque na verdade e a gente está num mundo de fake news que não não acaba.
Então eu quero dizer pra vocês o que que tantas pessoas daqui desde 2001 ajudaram a construir gestão da marca a Marta que tomou a decisão de colocar a Educação no centro do debate na cidade de São Paulo.
Uma das decisões mais acertadas. Ela fez muita coisa pela Educação. A gente desencavou o projeto que até existia já na prefeitura de São Paulo mas estava engavetado numa dessas gavetas que é o departamento de edificações.
Um projeto dum arquiteto chamado Alexandre Delijaicov que levamos para Marta, eu pelas Finanças e a Cida Perez pela Educação, a ideia de transformar aquilo não em um prédio, mas num programa, num projeto urbanístico pra fazer com que em cada bairro as pessoas visualizassem a educação como centro de radiação, de conhecimento, de oportunidade, de vigor, de cultura, de esporte, de lazer de espaço comunitário.
Hoje devemos ter mais de sessenta CEUs na cidade, Eu acho que o a gente precisa levar essa experiência pro interior de São Paulo. As pessoas precisam entender o que é uma escola de qualidade, o que é uma infraestrutura correta. O que que precisa tudo que uma escola precisa pra ter.
Aqui nem banda larga a gente tem e fica uniformizando a vida do professor pra preencher na escola uma planilhas burocráticas que não impactam o ensino aprendizagem ao invés de colocar infraestrutura pro professor ter a liberdade de fazer conduzir o aprendizado na sala de aula.
Estão abandonando a democracia, abandonando a livre docência por uma imposição da Secretaria de Educação que não está levando a nada. Aliás, está levando a esse resultado que o presidente Alckmin mostrou. Como é que a gente sai de primeiro para o décimo lugar em dez anos? Isso é uma coisa inaceitável pra São Paulo né?
E a gente precisa reverter isso. Aí eu fui pro Ministério da do Planejamento. E a Estela foi pro Ministério da Educação. A Estela está angustiada. E a Ana Estela aqui quero prestar minha homenagem aqui pela carreira acadêmica dela. Nossa professora titular da USP. Ela chegou no topo da carreira e eu estou aqui correndo ainda pra chegar lá.
E a Ana Estela despertou a minha atenção porque ela enfrentava na educação. Que era mães pagando o financiamento estudantil de filhos que eventualmente tinham falecido e a mãe, imagina, perdeu o filho e ter que pagar o financiamento porque não tinha seguro. Coisas, né? Eu estou falando da coisa mais radical que eu vi, mas foram sem de cartas que ela recebia de situações dramáticas de mães em busca de oportunidade pros filhos. Nasceu o PROUNI.
O pessoal dizia que o governo Lula vai apostar na privatização da educação superior do PROUNI. Eu achava justo a crítica, mas o que eles não sabiam é que nós íamos fazer e não podiam saber que nós vamos fazer a maior expansão da educação superior pública da história desse país. Nós em cinco anos dobramos o número de vagas de ingresso nas federais e reservamos 50% pra alunos egressos da escola pública. Nós mudamos a cara da universidade.
A Universidade do Brasil nunca mais será a mesma depois do que nós conseguimos fazer com o apoio de reitores e reitoras corajosos corajosos como a Soraia e houve a adesão porque não era imposição o reúne era por adesão e todo mundo se uniu dessa expansão com os riscos conhecidos. Porque você não sabia quem é o candidato, se ia ganhar, se não ia ganhar.
Todos assumiram o compromisso de dobrar as vagas. Interiorizar, levar pros rincões desse país universidade pública. Depois na educação profissional, nós criamos um instituto federal. Se projeto político pedagógico de educação profissional mais revolucionário que o Brasil tem. É educação de primeira linha e nós já estamos o governador Alckmin era uma é uma pessoa que eu sempre admirei.
Porque quando a gente começou com o instituto federal eles ficaram aqui mesmo quero o PT vai entrar aqui no interior quando o Instituto Federal e começou a fazer FATEC é PEC e e aí a gente começou a competir mas olha que competição saudável não é essa competição que existe hoje pra ver eh se a mentira cola ou não Era competição democrática. Quem vai fazer mais? Quem vai entregar mais? Quem vai aparecer mais?
No contato com a população. E aí a Paula Souza deslanchou e o Instituto Federal deslanchou. Quem ganhou? Especialmente São Paulo. Não importa se era um ou outro que ia ganhar uma eleição estadual, mas quem realmente era beneficiado pela disputa democrática era um estudante paulista que hoje tem aí trezentas unidades né?
Aí nós ganhamos a prefeitura de São Paulo depois que eu saí do MEC. E eu estava vendo uma das inverdades né? Que o meu adversário anda divulgando sobre a creche, a fila de creche. Quero prestar minha homenagem ao Calegari que foi meu primeiro secretário de educação no município.
Gente, nós derrubamos uma fila de cento e cinquenta mil crianças batendo na porta da prefeitura pedindo vaga em creche. O meu adversário falou num debate que eu entreguei à fila. Eu por vias das dúvidas eu fui ver o censo da educação e da educação básica do MEC.
Que é você informa a matrícula nome por nome, aluno por aluno. E eu peguei o quanto eu informei em 2013 herdado da gestão anterior do Kassab e o quanto o Doria informou em 2017 das matrículas que ele recebeu de mim.
Graças ao Calegari e ao Chalita nós abrimos 101 mil vagas de educação infantil em quatro anos. Não tem paralelo na história da cidade. Pode pegar o senso pra trás. Não tem para uma administração que criou 101 mil vagas em educação infantil. Com detalhe, depois que eu saí só abriram 37 mil. Se eu sair em 2016.
Em dez ano fizeram um terço do que eu fiz em quatro. Graças a esses companheiros que estão aqui. São essas coisas são essas coisas que precisam ser resgatadas pra explicar pra população por que esse projeto aqui é viável. Com a Marina, a Simone, nós somos um time que já fez acontecer na educação e estamos indignados com está acontecendo com a educação de São Paulo. Eu não encontro uma professora como semblante tranquilo sobre o seu futuro. Não tem concurso.
Não existe uma forma de você garantir qualidade de ensino. Sem o mínimo de estabilidade profissional, sem o mínimo de horizonte e de planejamento de uma carreira. Um professor, uma professora, uma pessoa ingressar num sistema de ensino passa no estágio probatório. Não tem problema. Agora depois que você provou que você tem condições de avançar na carreira eu passei por estágio probatório, estágio todo mundo que deu aula sabe. A cada ano você melhora. Você melhora. Você melhora a sua comunicação. Você aprende com os estudantes. Você vê como abordar determinados problemas que no começo da você experiência do professor né?
Agora pra isso você precisa professor valorizado você precisa bolsa de inicia a docência pra garantir que os licenciados do estado já começam a trabalhar em sala de aula ainda informação, você precisa de infraestrutura adequada, isso é uma coisa que nós sabemos fazer. Eu não me conformo de São Paulo estar nessa situação. O estado das escolas. O astral do professor. Se ele mexer com essas coisas você não vai ter reação.
O mundo não está discutindo privatização da escola. O mundo não está discutindo escola cívicomilitar, ou seja, nós estamos virando o nosso radar pra um lado que não vai dar em nada. Só vamos daqui quantos anos descobrir que esse caminho não deu certo já não está dando. Quer dizer, está diante dos nossos olhos os resultados e nós não temos alguém sequer com a humildade de reconhecer que não deu certo e falar não, eu não vou por esse caminho, eu vou por esse outro aqui, eu vou ouvir os especialistas, eu vou ouvir os educadores, eu vou ouvir as professoras, não.
Qual é o discurso depois da divulgação dos resultados? Nós vamos insistir porque nós estamos fazendo. Ou seja, como é que você sabe aquela história que fazer de novo esperando outro resultado? Fazer a mesma coisa esperando outros resultados não vai rolar. Então nós estamos aqui pra dizer o seguinte, o interior precisa conhecer infraestrutura.
Nós queremos levar pras comunidades próprias do interior a experiência da educação nos da comunidade. Nós queremos levar que nós criamos em São Paulo pro interior. Será que não tem talentos pra produção de audiovisual? Nós criamos o maior rede de salas públicas de cinema na capital. Quando a gente criou a dentro dos CEUs. Cinema gratuito de qualidade. Você quer oferecer tela de qualidade pras pessoas? Vamos oferecer a tela. A telona no céu com qualidade. Quantas pessoas, quantas pessoas nunca pensaram numa sala de cinema? Por que não levar a experiência do SPCine pro interior?
Gente, esse governo não sabe integrar. Tem as escolas de ensino médio, a rede pública. Tem a Fundação Paula Souza. Você tem o sistema S que nunca é convocado para dar a sua justa cota de participação no ensino público. Cheio de dinheiro aí do sistema S eles não são chamados pelo governador pra adequar as necessidades do estado. Só pensa em atender de forma clientelista os empresários e não não atendem o a escola pública. Não integram com a escola pública.
Não tem um projeto comum integrado. E os institutos federais. Por que que o governador não pode chamar os institutos federais? Chama o reitor pra conversar chama as universidades federais pra conversar não é ele que mantém mas ele pode liderar o projeto de educação nós precisamos produzir mais tecnologia mais patente a formação profissional vai ter que mudar com a revolução tecnológica que está acontecendo você não vai poder dar os mesmos cursos que você dava dez anos atrás.
Você precisa alfabetizar as pessoas sobre o uso de inteligência artificial. Veio pra ficar, mas tem que saber usar. Não é de qualquer jeito que você vai usar a inteligência artificial. Você tem que saber usar em proveito do aprendizado, em proveito da da tua curiosidade de você alargar os seus horizontes ferramenta incrível como toda tecnologia se bem utilizada. Tecnologia ela não é neutra, ela é o uso dela que faz dela uma coisa boa ou não. Ela pode ser sempre boa se ela for sempre bem utilizada. A responsabilidade com conhecimento, mas não os alunos não tem acesso a isso.
Então, Emídio, eu queria te agradecer porque você deu nesses quatro meses aqui voltou a tua campanha de lado, botou tudo de lado pra ouvir mais de mil pessoas, duas mil pessoas pra chegar e nós estamos fazendo um um muito interessante que é o seguinte, nós estamos divulgando o plano de de governo já está no TRE. Não é isso. Papel aceita tudo.
Nós estamos fazendo uma coisa diferente de um plano de governo. Nós estamos fazendo um plano executivo. E como nós vamos fazer? Pras pessoas poderem acompanhar. Isso vale pra segurança. Isso pra educação, depois nós vamos apresentar o plano de saúde que são as três áreas prioritárias em que o estado foi pra trás.
A fila do SUS, os indicadores de qualidade e a segurança pública. O estado está agredindo nessas áreas. E nós precisamos associar formação tecnológica de ponta e infraestrutura, logística pra recuperar o atraso que esse governo representa pra São Paulo. Eu não estou falando aqui de dados elocobrados por uma oposição irresponsável. Eu estou falando de dados oficiais.
Todo o número que divulgo é o número que eu colhi numa fonte oficial independente. É o Inep, é o IBGE, é são as pessoas falando o que está acontecendo com o estado. Governador, o senhor liderou por quatro mandatos. O que todo mundo reconhece que é uma locomotiva Não é mais a única porque tem muitos estados se desenvolvendo mas a gente sabe da liderança econômica do estado. Nos últimos dois anos governador. Que estou chamando de governador porque quatro vezes é coisa pra chuchu né? Nos últimos dois mil e vinte e cinco e dois vinte e seis. O senhor, além de vice-presidente da república, foi o nosso ministro do desenvolvimento.
São Paulo vai crescer meio por cento ao ano. Como é que você cresce meio por cento ao ano vai resolver os problemas que o estado não dá ou a gente integra, faz um plano de desenvolvimento, faz um plano associado, eu estou falando de desenvolvimento porque a educação é um dos pilares disso. Se a gente quer com a reforma tributária reindustrializar São Paulo, porque a reforma tributária acaba com a guerra fiscal.
Então a disputa vai ser uma disputa né? Honesta, correta, inclusive tem um fundo de desenvolvimento que é bancado pelo presidente Lula que aportou vai aportar sessenta bi por ano no fundo de desenvolvimento regional, então ninguém vai poder reclamar de falta de apoio, mas São Paulo vai ter a oportunidade de de se transformar numa plataforma ainda mais forte de exportação de produtos industrializados. Cuja a liderança ele está perdendo.
Por causa da concorrência externa e porque a gente exporta até hoje tributo e vai deixar de exportar. Nós vamos só exportar agora inteligência. Se a gente quiser preparar o estado pra renda nós vamos ter que fazer uma reforma da educação profissional no estado pra valer. Nós vamos ter que juntar ciência, amar os cientistas das universidades. Nós temos três das melhores universidades no estado e temos outras três federais que são tão boas quanto.
São instituições de de altíssima qualidade. Tem seis universidades públicas de qualidade. Você tem Fundação Paula Souza. Você tem Instituto Federal. Junta esse povo. Quanto é? Oh o tamanho dessa comunidade. Nós vamos ter que sentar com esse pessoal pra pensar um pouco de desenvolvimento pro estado. E nós vamos transforma num banco de desenvolvimento para reindustrialização.
Já disse isso ontem pra imprensa, nós vamos precisar de um banco, não é banco pra capital de giro, pra consumo, não é disso que eu estou falando, não é um banco comercial. Não vão disputar com o Bradesco. Nós vamos oferecer o Não está disponível. Quer recursos para reindustrializar o estado tendo como pilar da educação do lado e a reforma tributária já aprovada de outro que acaba com a guerra fiscal. Ou a gente pensa em tudo isso conjugado num plano global pro estado quando nós vamos patinando.
O fato é que nós temos que levar ao conhecimento dos paulistas o que está acontecendo com a educação de São Paulo. As pessoas precisam saber e assumir a responsabilidade por destino do nosso tá? Porque todo mundo passa pelo oitenta por cento dos paulistas vão passar por uma escola estadual. É inevitável porque ela responde por mais de oitenta por cento da matrícula do ensino médio.
Eu estou dizendo isso porque eu vi uma mãe em golpe dizendo o seguinte, ah é você fala isso mas eu estou tranquila porque meu filho está na escola da prefeitura e eu falei minha senhora não é assim porque vai chegar o ensino médio e seu filho vai estar provavelmente numa escola estadual se nós não cuidarmos da juventude de São Paulo o teu filho não chegar no potencial máximo que ele tem ele vai ficar no caminho.
Então no momento mais delicado ali dá a essa transição quem é professor sabe. Não é brincadeira dar aula no ensino médio. É um desafio. É uma transição complexa.
Graças a essas mulheres, ao Congresso Nacional, ao presidente Lula, ao ministro Camilo Santana, nós em quarenta por cento a invasão no primeiro ano do ensino médio É muita coisa gente. Então o que eu quero dizer é o seguinte: aquiSe você não dá infraestrutura e Simo e Tábata tem um papel extraordinário na criação do pé de meia o Tarcísio prometeu e não entregou e ninguém cobra. Ele não fez. Mas g isso aqui não é um não é um plano de amadores. Isso aqui é um plano de gente testada e aprovada na luta por uma educação de qualidade.
É muita gente que participou desse programa e que já entregou pra esse as políticas mais inovadoras na área da educação. Parabéns pra todos vocês que são programa é coletivo o que vocês podem contar é que vocês vão ter a frente do governo do estado alguém que não vai dormir uma noite sem pensar no compromisso que está assumindo hoje aqui perante vocês Abraço pra todos



