“Nós estamos apresentando uma solução tecnológica nova que vai apoiar todos os profissionais da saúde. Vai organizar uma fila inteligente. Vai ganhar produtividade. Vai acelerar o atendimento. Vai integrar os serviços. Vai colocar um prontuário onde quer que a pessoa esteja. Ele acessa os seus dados. O médico que está te atendendo acessa e assim por diante”, antecipa.
Para Haddad, é fundamental que a Saúde de São Paulo caminhe lado a lado com a Educação para a promoção do bem estar social e qualidade de vida.
“Educação e Saúde são coisas que nasceram juntas no Brasil. E tem que permanecer juntas do ponto de vista dos princípios que regem essas duas áreas. E a promoção da saúde precisa ser outra coisa muito enfatizada em nosso governo a partir do fortalecimento da educação”.
Outro ponto citado por Haddad foi o fato de o governo Lula ter sido o responsável por restituir o orçamento da Saúde em seu terceiro mandato após anos de desmonte.
“Por isso, basta comparar para ver a diferença de projeto. Precisamos sair para as ruas convencer as pessoas que temos as melhores propostas para São Paulo e para o país”.
O evento contou com a participação do candidato a vice Márcio França, da candidata ao Senado Simone Tebet, do candidato a vice de Lula, Geraldo Alckmin, além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha e o ex-titular da pasta Arthur Chioro.
Confira as declarações dos participantes
Ana Estela Haddad, professora titular da USP:
Procuramos construir um processo bem participativo mas que pode ser constantemente aperfeiçoado. A gente procurou trazer em linhas gerais para o programa muito do que o próprio legado dos governos Lula e Dilma deixou para o Brasil. Mas nós precisamos avançar em questões que no nível estadual ainda chegam de forma fragmentada.
Alexandre Padilha, ministro da Saúde:
Todo mundo sabe o que está em jogo nesta eleição, inclusive em relação ao futuro do SUS. Por isso precisamos decidir se vamos ter um presidente e um governador que acreditem no nosso sistema de saúde ou quem é negacionista, que não acredita na vacina, que faz campanha contra os direitos das mulheres, idosos e crianças. É esta a disputa que está em jogo.
Simone Tebet, candidata ao Senado:
Se hoje o governo do Estado de São Paulo tem recurso para o SUS Paulista isso se deve ao fato de o governo do presidente Lula e sua equipe econômica ter reposicionado o orçamento da Saúde do país e recolocado 100 bilhões no setor para os estados. Isso nós devemos a Fernando Haddad.
Geraldo Alckmin, candidato a vice de Lula:
Haddad vai fazer a diferença também a questão da vacinação porque o Brasil é uma referência. Educação e Saúde caminham juntos e nós temos aqui também educadores. Temos que prevenir, promover bons hábitos que poderão mudar para melhor a vida dos paulistas.
Arthur Chioro, ex-ministro da Saúde:
Este estado pode muito. Este estado precisa muito. E para voltar a ser a locomotiva precisa de um governo sério, comprometido e capaz de produzir na integração das políticas públicas um jeito melhor para se viver. Eu tenho certeza que temos uma oportunidade ímpar de somar a experiência adquirida por Haddad por onde passou para construir um SUS cada vez melhor em São Paulo.
Márcio França, candidato a vice de Haddad:
Nós estamos numa reta final de campanha e é muito importante que todos nós continuemos a acreditar numa vitória para poder mudar São Paulo. Porque hoje o que vemos é uma gestão que diz que a principal marca na Saúde é ter acabado com a cracolândia e nós sabemos que isso não aconteceu.



