Antes de deixar o cargo de prefeito de São Paulo, em dezembro de 2016, Fernando Haddad apresentou à população um dado que antes parecia impossível: a administração municipal viraria o ano com saldo positivo de R$ 3,15 bilhões, já descontadas as despesas imediatas da cidade.
A reorganização do caixa fez o Executivo voltar a ter a saúde financeira que, em 2022, ultrapassaria a casa dos R$ 27 bilhões.
Outro marco da administração de Haddad foi a redução da dívida da Prefeitura com a União em R$ 47.827.417 a partir de intensas negociações. O valor era o equivalente a dez anos de investimento na cidade.
Com a renegociação, a Prefeitura de São Paulo também teve uma economia anual de R$ 1,62 bilhão nos repasses efetuados para a União (ou 38% menos).
Hoje, a Prefeitura de São Paulo gasta mais do que arrecada: foram cerca de R$ 10 bilhões a mais do que faturou nos anos de 2023 e 2024, de acordo com o TCM (Tribunal de Contas do Município).
Caso eleito governador de São Paulo, Haddad pretende reorganizar o caixa do Estado, da mesma maneira como fez com a maior cidade do país.
“As finanças não estão bem. Nós vamos precisar rever contratos e fazer um pente fino nas contas públicas. Hoje você já não tem espaço pra nada no orçamento de São Paulo”.



