“Eu vou montar um gabinete institucional de segurança pública, presidido por mim, formado pela Polícia Militar, Ministério Público Estadual, a Polícia Federal, a Receita Federal e o COAF. Essa equipe tem que ser gerenciada por alguém com a obrigação de fazer com que as informações fluam para combater o crime organizado como nós fizemos com na Operação Carbono Oculto”, explicou.
A operação citada por Haddad, deflagrada em agosto de 2025, teve sua participação direta quando foi ministro da Fazenda e foi a maior ação da história contra a lavagem de dinheiro e o crime organizado no Brasil, revelando um esquema de mais de R$ 70 bilhões ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Haddad também falou sobre a necessidade urgente de investir em inteligência no combate ao crime no Estado de SP.
“Vamos colocar inteligência e vamos divulgar os dados trimestralmente. Tudo na internet. Nós vamos saber onde os crimes estão sendo cometidos. Nós vamos fazer um BO que não é este BO burocrático. Vários unir os estados da federação para fazer a informação chegar rápida. O uso de câmera també tem que ser feita de forma inteligente pra gente poder dar o flagrante. Então nós vamos dar um choque de gestão na segurança pública com a autoridade do governador”.



