Ao assumir a Fazenda, Fernando Haddad propôs um ajuste fiscal diferente: ao invés de arrochar direitos dos trabalhadores, promover mudanças entre os que ganham mais, cortar benefícios fiscais e medidas micro econômicas que promoveram importantes mudanças para empresas e investidores. Com um olho no fiscal e outro no povo, as mudanças e os bons número vieram. No caso do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, projeções apontam que o Brasil deve crescer mais de 10% em quatro anos no 3º mandato do governo Lula. Além disso, a inflação acumulada para o período será a menor da série histórica.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. Todos os países calculam o seu PIB nas suas respectivas moedas.
O PIB mede apenas os bens e serviços finais para evitar dupla contagem. Se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, por exemplo, seu PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.
Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos sobre os produtos comercializados.

